PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO



ESCOLA MUNICIPAL PADRE XISTO

Projeto Político Pedagógico

Piedade do Paraopeba

2010

Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.”

 

Paulo Freire

 

 

 

Escola é 

                                               Paulo Freire
… o lugar que se faz amigos.
Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos…
Escola é sobretudo, gente
Gente que trabalha, que estuda
Que alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,
O coordenador é gente,
O professor é gente,
O aluno é gente,
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um se comporte
Como colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”
Nada de conviver com as pessoas e depois,
Descobrir que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,
É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se “amarrar nela”!
Ora é lógico…
Numa escola assim vai ser fácil! Estudar, trabalhar, crescer,
Fazer amigos, educar-se, ser feliz.
É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.

 

INDICE

 

 

1- Introdução………………………………………………………………………….

05

2-  Histórico da Escola ……………………………………………………………

06

3- Finalidades da Escola…………………………………………………………

07

4- Metas………………………………………………………………………………..

08

5- Estrutura organizacional……………………………………………………..

08

     5.1- Administrativa…………………………………………………………….

08

     5.2- Pedagógica………………………………………………………………..

09

6- Currículo ………………………………………………………………………….

11

7- Tempos Escolares…………………………………………………………….

19

8- Processos de Decisão………………………………………………………

20

9- Regime Disciplinar…………………………………………………………..

21

      9.1 Para docentes, técnico  e administrativo……………………..

21

      9.2 Para discentes …………………………………………………………..

21

10. Regras da escola……………………………………………………………..

22

11- Avaliação ………………………………………………………………………..

23

     11.1 Educação Infantil ………………………………………………………

24

     11.2. 2º ao 5º ano……………………………………………………………..

25

     11.3. 6º ao 9º ano ……………………………………………………………

26

     11.4. Avaliação de desempenho dos profissionais………………

26

12- Recuperação………………………………………………………………….

27

13- Referências……………………………………………………………………..

29

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1- INTRODUÇÃO

 

A Escola Municipal Padre Xisto localiza-se à Rua do Rosário, s/n, Piedade do Paraopeba, Brumadinho – MG, pertencente ao Sistema Municipal de Ensino de Brumadinho. Telefone (31) 3571-5072, email: padrexisto@yahoo.com.br, site. WWW.escolamunicipalpadrexisto.wordpress.com

Atualmente a escola é composta por 291 alunos, divididos em dois turnos, atendendo do Maternal 3 ao 9º ano do Ensino Fundamental. Tem 30 funcionários, sendo que desse grupo fazem parte o diretor, 1 vice-diretor que  trabalham nos dois turnos, 1 especialista em educação e 6 agentes de serviços.

O Projeto Político Pedagógico desta instituição caracteriza-se como uma proposta adequada às necessidades do corpo docente e discente da instituição. Tem como objetivo geral desenvolver o aluno a partir de uma formação humana com uma visão crítica do papel no meio em que vive.

 Leva em conta o que estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB 9.394/96, a Constituição Brasileira, o Estatuto da Criança e do Adolescente, o disposto nos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN/ Educação Infantil e 1ª a 4ª séries e a Resolução SEE/MG n.º 469, de 22 de dezembro de 2003.

Durante o processo de produção do presente documento foram reavaliadas as ações realizadas no ano de 2010, analisando as falhas e as necessidades da instituição.

O Projeto Político Pedagógico foi elaborado com a participação de todos os funcionários da escola, ouvidos em reuniões por categoria, conselhos escolares, pais e representante de alunos. O mesmo foi elaborado em encontros realizados na escola, no qual foram apresentados dados sobre o desenvolvimento da escola, tais como, índice de matrícula, evasão e repetência dos alunos. Posteriormente foram apresentadas as principais dificuldades enfrentadas pela escola, desempenho em avaliações nacionais, limitações físicas e necessidades pedagógicas emergentes. 

Após este mapeamento da escola, foi abordado o conceito do projeto político pedagógico, seus objetivos e sua importância.  Destacando que, o projeto político-pedagógico (PPP) da escola pode ser inicialmente entendido como um processo de mudança e de antecipação do futuro, que estabelece princípios, diretrizes e propostas de ação para melhor organizar, sistematizar e significar as atividades desenvolvidas pela escola como um todo. Sua dimensão político-pedagógica pressupõe uma construção participativa que envolve ativamente os diversos segmentos da escola. (HERNANDEZ, 1999)

Diante dos dados os integrantes foram solicitados a anotar sugestões e medidas necessárias de urgência, bem como foram convidados a participar da proposta de metas para a escola.

Definimos assim, as finalidades da escola, e construímos uma proposta que viesse de encontro com as necessidades evidenciadas pela equipe. Analisamos nossa visão sobre currículo, as relações de trabalho e finalizamos o projeto com a definição de avaliação.

 

2-  HISTÓRICO DA ESCOLA[1]

Os registros mais antigos sobre a educação em Piedade do Parabopeba estão no almanaque de Ouro Preto de 1869, já que o distrito de Piedade pertencia àquele município e informava que o cargo de professor era ocupado por José Anacleto de Almeida Meirelles.

Em 1872, segundo o mesmo almanaque, Antônio Batista Gonçalves Sampaio, o Antonico, substituiu José Anacleto que juntou outros dois professores que ministravam aulas para alunos do sexo masculino em sua própria casa. Percebe-se então que havia uma escola para os meninos e outra para as meninas, cada qual tendo à frente um professor ou professora de acordo com sua especificidade. Nos anos seguintes há registros sobre outros docentes que atuaram naquele distrito e deixaram suas marcas na educação local.

Em 1920 uma casa antiga se prestava como escola, constituída de dois salões onde eram ministradas as aulas. Pelos registros, haviam dois prédios com funções de escola com a denominação de 1ª e 2ª Cadeira.

Uma vistoria feita em 1º de agosto de 1951 pelo inspetor escolar distrital em companhia do deputado Estadual Ulysses Escobar, sob as ordens do superintendente de obras da Secretaria da Viação e Obras Públicas, descreve o prédio da 1ª Cadeira como extremamente precário e uma ameaça à vida dos professores e alunos.

No dia 1º de abril de 1962 um novo prédio foi inaugurado com dependências adequadas a uma unidade de ensino e passou a ser chamada Escola Estadual Padre Xisto.

Conforme a resolução SEE n.º 8545/98, Minas Gerais de 04/02/1998, a escola foi municipalizada passando a ser chamada Escola Municipal Padre Xisto ficando, a partir desta data, sob a responsabilidade da Prefeitura de Brumadinho.

Houve extensão de 5ª série gradativa a partir de 2003, proporcionando aos alunos melhores condições de continuarem seus estudos, ao invés de se deslocarem para a sede do município. Passou por reformas e ampliação do prédio.

 

3. FINALIDADES DA ESCOLA

A seriedade e o compromisso com uma educação de qualidade têm sido os norteadores do trabalho desenvolvido pela equipe Padre Xisto. Acreditamos na qualidade do ensino  através da valorização do ser humano, que se efetivará através do incentivo, da valorização e do reconhecimento às contribuições individuais e coletivas de nossos alunos, profissionais envolvidos e colaboradores.

Tem como princípio básico formar um aluno cidadão, ou seja, despertar a consciência de seus direitos e de seus deveres dentro da sociedade, ao mesmo tempo em que busca a interação entre professor/aluno, na concepção de que ensinar e aprender são um processo contínuo e recíproco. Acreditamos numa necessidade social emergente: “a formação de caráter” pautados em valores como igualdade, respeito, ética, solidariedade, transparência e criatividade. Nesse sentido, uma das finalidades de nossa instituição é promover na escola um espaço de discussão, valorização e reflexão sobre esses valores.

Consideramos o aluno como foco de nossa proposta, sendo que trabalhamos por eles e para eles. Consideramos ainda que os mesmos são sujeitos de sua própria aprendizagem e indicador de sucessos e fracassos de nossa instituição.

Entendemos o conhecimento como algo a ser construído, que precisa ser significativo e relacionado às necessidades sociais, devendo ser mediado e incentivado pelo professor. Nosso intuito é fazer com o conhecimento seja baseado no prazer de conhecer e descobrir.  Pautando assim, o desenvolvimento da autonomia de nossos alunos.

Constitui-se como objetivo geral desta instituição proporcionar a seus alunos uma aprendizagem consistente, baseada em princípios, de respeito a si e ao próximo, através da conceituação e da prática de valores morais e nos princípios de cidadania, colaborando para que sejam sujeitos de suas histórias e colaboradores na formação de um mundo mais humano e mais justo.

Para formar este aluno, reconhecemos à importância de um trabalho focado no incentivo a leitura e da escrita. Para nossa equipe ler e produzir com qualidade se tornou uma meta.

 

4. METAS

  • Aumentar o índice de desempenho de nossos alunos nas avaliações sistêmicas.
  • Diminuir o nível de reprovação dos alunos.
  • Formar alunos conscientes de sua função enquanto cidadão.
  • Formar leitores competentes
  • Melhor o nível de escrita, compreensão e entendimento de nossos alunos.
  • Atender com qualidade os alunos realizando um processo real de inclusão.

 

5- ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

 

            Este estabelecimento de ensino é regido:

  • Pela legislação federal vigente
  • Pela legislação e normas do Sistema Municipal de Ensino de Brumadinho
  • Pelo Regimento Escolar
  • Pelo Projeto Político Pedagógico

 

5.1 Administrativa

a) Recursos humanos:

É composto pela direção e a vice-direção, pedagoga, professores, funcionários e alunos. Entendemos que os recursos humanos são de fundamental importância para o sucesso e bom andamento da escola. Acreditamos na importância da valorização e motivação constante para garantir o bem estar de nossos profissionais.

 

 b) Recursos físicos

A escola é composta por um amplo espaço de área livre, pátio, quadra, também utilizada pela comunidade local. A construção é ampla, foi recentemente reformada, e atende com qualidade as demandas da escola.

A escola é cercada com tela em toda sua extremidade, possui mobiliário conservado e bem cuidado pelos alunos e funcionários, sendo que os mesmos são apresentados no quadro abaixo.

 

Equipamentos Quantidade
Freezer 01
Geladeira 02
Vídeo, 01
DVD 04
Retroprojetor 01
Computador 02
Impressora 02
Máquina de Xerox 01

 

 

5.2- Pedagógica

 

A escola visa adequar a cada dia seu processo de ensino-aprendizagem de forma melhor atender e preparar nossos alunos para a realidade social e intelectual. Buscamos adequar sempre que possível nosso currículo as necessidades de nossos alunos e atender as legislações que regulamentam o ensino.

O processo de ensino aprendizagem cria possibilidades que permitem o acesso dos alunos ao conhecimento, através de apoio individual, projetos sociais e de incentivo a aprendizagem do aluno.

O planejamento anual é elaborado atendendo os conteúdos e objetivos propostos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais. É considerado pela escola, um norteador do processo de ensino aprendizagem e requer a participação dos professores da Rede Municipal no intuito de refletir e promover a avaliação conjunta da realidade escolar, e planejar de forma reflexiva o trabalho da equipe, analisando as necessidades gerais do ensino, detectando as principais falhas e os conteúdos ou habilidades que precisam ser contempladas.

Destacamos a importância da adequação do planejamento anual à realidade de cada turma. Assim, durante o processo de ensino a escola adota o período de diagnóstico realizado pelo professor da turma, que consiste num mapeamento das dificuldades e evolução das turmas.

A escola adota a organização heterogênea das turmas, como possibilidade de desenvolvimento dos alunos. As turmas são compostas em média por 30 alunos, no turno da manhã são atendidos os alunos do 6º ao 9º ano, sendo 2 turmas do 6º ano, 2 turmas do 7º ano, 1 turma de 8º ano e uma turma de 9º ano. No turno da tarde são atendidos os alunos da Educação Infantil ao 5º ano.

O quantitativo de alunos deve atender ao proposto pelo Regimento Escolar no seu art. 23, parágrafo 2º:

Educação Infantil:

Maternal 3: 15 alunos

1º e 2º períodos: 20 alunos

1º  e 2º ano – 25 alunos

3º e 5º ano – 30 alunos

6º ao 9º ano -  35 alunos.

Acreditamos que o trabalho coletivo entre professores e funcionários traz bons resultados para o processo de ensino aprendizagem. Assim, são promovidos mensalmente encontros denominados de módulo 2 que tem o objetivo de avaliar a prática pedagógica e planejar projetos e intervenções futuras e quinzenalmente reuniões para tratar questões pedagógicas e o projeto do Vale Juventude. Atividades extracurriculares, como excursões, passeios, gincanas, dentre outros compõem momentos importantes de aprendizagem para os alunos, além da interação com os colegas. A escola apóia e investe nos projetos de ensino, atividades criativas e educativas, como gincanas, eventos, proteção ao meio ambiente, incentivo a leitura, projetos sobre sexualidade e cuidados com a saúde.

São eventos comemorados pela escola e que constam no calendário escolar:

  • ·         Carnaval
  • ·         Páscoa
  • ·         Dia das mães
  • ·         Festa junina
  • ·         Gincana
  • ·         Semana do meio ambiente
  • ·         Feira cultural
  • ·         Independência do Brasil
  • ·         Semana da criança
  • ·         Semana do professor
  • ·         Consciência Negra
  • ·         Natal

O espaço da escola é aproveitado pela comunidade que utiliza o prédio para realização de oficinas proposta pelo Programa Escola Aberta, sendo que estas são ministradas por pessoas da comunidade, bem como por alunos e professores da escola. O coordenador fica responsável em mediar às necessidades da escola com as possibilidades oferecidas pelo programa, buscando estabelecer uma parceria entre os mesmos, situação que vem favorecendo o desenvolvimento da escola e ampliando a interação com a comunidade.

 

6- CURRÍCULO

 

De acordo com Moreira & Candau (2008) a palavra currículo associa-se a várias concepções, que derivam dos diversos modos de como a educação é concebida historicamente. Sendo assim, os contextos sócio-econômicos, políticos e culturais contribuem para que o currículo venha a ser entendido como: conteúdos a serem ensinados e aprendidos, experiências de aprendizagem dos alunos, planos pedagógicos, objetivos a serem alcançados por meio do ensino, processos de avaliação, dentre outros aspectos.

Entendemos que o currículo é uma construção e seleção de conhecimentos e práticas produzidas em contextos concretos, e fundamentos nas dinâmicas sociais, políticas, culturais e pedagógicas e que não é composto de conteúdos prontos e acabados a serem repassados aos alunos. Conforme afirmam Moreira & Candau (2008)

Currículo como experiências escolares que se desdobram em torno do conhecimento, em meio a relações sociais, e que contribuem para a construção das identidades de nossos alunos. Currículo associa0se assim, ao conjunto de esforços pedagógicos desenvolvidos com intenções educativas (MOREIRA & CANDAU, 2008, p. 17)

 

O conhecimento é considerado para nossa escola como o eixo estruturante do currículo e da pratica docente. Sendo que este é entendido como um campo dinâmico de produção, criação e construção crítica.

De acordo com nossa proposta, definimos como objetivos da educação infantil, em consonância com o Referencial Curricular da Educação Infantil:

  • ·     Construir uma identidade capaz de se autoavaliar e de se posicionar com compreensão do mundo em que vive.
  • ·     Participação de sujeito de sua própria educação, através da construção de uma imagem positiva de si, de hábitos saudáveis de vida e de vínculo afetivo.
  • ·     Desenvolvimento de valores claros e definidos que valorize a construção da autonomia moral e intelectual.

 

 

            Com base no Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil (RCNEI), segue abaixo os blocos de conteúdos que garantem os instrumentos organizacionais para a prática educativa:

- Formação pessoal e social

            O desenvolvimento da identidade e da autonomia estão intimamente relacionados com os processos de socialização. Nas interações sociais se dá a ampliação dos laços afetivos que as crianças podem estabelecer com as outras crianças e com os adultos, contribuindo para que o reconhecimento do outro e a constatação das diferenças entre as pessoas sejam valorizadas e aproveitadas para o enriquecimento de si próprias.

- A importância do brincar

 

    Brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia. O fato de a criança, desde muito cedo, poder se comunicar por meio de gestos, sons e mais tarde representar determinado papel na brincadeira faz com que ela desenvolva sua imaginação. Nas brincadeiras as crianças podem desenvolver algumas capacidades importantes, tais como a atenção, a imitação, a memória, a imaginação. Amadurecem também algumas capacidades de socialização, por meio da interação e da utilização e experimentação de regras e papéis sociais. A diferenciação de papéis se faz presente, sobretudo no faz-de-conta, quando as crianças brincam como se fossem o pai, a mãe, o filhinho, o médico, o paciente, heróis e vilões etc., imitando e recriando personagens observados ou imaginados nas suas vivências.
- Linguagem oral e escrita

 

    Nosso trabalho com a linguagem se constitui um dos eixos básicos na educação infantil, dada sua importância para a formação do sujeito, para a interação com outras pessoas, na orientação das ações das crianças, na construção de muitos conhecimentos e no desenvolvimento do pensamento. Dessa forma, procuramos promover experiências significativas de aprendizagem da língua, por meio de um trabalho com a linguagem oral e escrita, para que ampliem suas capacidades de comunicação e expressão e de acesso ao mundo letrado pelas crianças. Essa ampliação está relacionada ao desenvolvimento gradativo das capacidades associadas às quatro competências lingüísticas básicas: falar, escutar, ler e escrever. 

- Matemática

 

Utilizando recursos próprios e pouco convencionais, as crianças recorrem à contagem e operações para resolver problemas cotidianos, como conferir figurinhas, marcar e controlar pontos de um jogo, repartir balas com os companheiros, mostrar com os dedos a idade, manipular dinheiro e operar com ele etc. também observam e atuam no espaço ao seu redor e, aos poucos vão organizando seus deslocamentos, descobrindo caminhos, estabelecendo sistemas de referência, identificando posições e comparando distâncias.

            Essa vivência inicial favorece a elaboração de conhecimentos matemáticos. Fazer a matemática é expor idéias próprias, escutar as dos outros, formular e comunicar procedimentos de resolução de problemas, confrontar, argumentar e procurar validar seu ponto de vista, antecipar resultados de experiência não realizadas, aceitar erros, buscar dados que faltam para resolver problemas, entre outras coisas. Dessa forma as crianças tomam decisões

 

- Natureza e sociedade

 

            O mundo onde as crianças vivem constitui em um conjunto de fenômenos naturais e sociais indissociáveis diante do qual elas se mostram curiosas e investigativas. Desde muito pequenas, pela interação com o meio natural e social no qual vivem, as crianças aprendem sobre o mundo, fazendo perguntas e procurando respostas às suas indagações e questões. Como integrantes de grupos socioculturais singulares, vivenciam experiência e interagem num contexto de conceitos, valores, idéias, objetos e representações sobre os mais diversos temas a que têm acesso na vida cotidiana, construindo um conjunto de conhecimentos sobre o mundo que as cerca

 

- Artes

 

            As artes visuais expressam, comunicam e atribuem sentido a sensações, sentimentos, pensamentos e realidade por meio da organização de linhas, formas, pontos, tanto bidimensional como tridimensional, no espaço, na cor, no desenho, na escultura, etc. Ao rabiscar e desenhar no chão, na areia, e nos muros, ao utilizar materiais encontrados ao acaso (pedras, carvão), ao pintar os objetos e até mesmo seu próprio corpo, a criança pode utilizar-se das Artes Visuais para expressar experiências sensíveis

 

- Educação física/ psicomotricidade:

 

Consideramos que as atividades físicas propriamente ditas, são pautadas, antes de qualquer atitude, na premissa da heterogeneidade e da diversidade. Isto significa na vida prática, que elaboramos e executamos os momentos de Educação física de maneira que contemplem mais de uma atividade ou uma mesma atividade com diferentes graus de dificuldade. Dessa maneira, a apropriação do conhecimento articulado pela Educação Física prioriza um ambiente físico e social que possa permitir interações entre os educandos e dos mesmos com os educadores. Sendo assim, enxergamos o movimento carregado de intenções, inteligência e sentimentos.

É relevante destacar que a escola organiza o trabalho da educação infantil num cronograma que relaciona todos os conteúdos que precisam ser desenvolvidos com as turmas.

CRONOGRAMA DA EDUCAÇÃO INFANTIL

 

2ª FEIRA

  • Formação pessoal e social
  • Leitura e escrita
  • Função semiótica (imitação)
  • Educação Sensorial (auditiva)
  • Produção de texto
  • Seriação
  • Conceitos básicos
  • Tempo/cores
  • Coordenação motora grossa
  • Linguagem oral

3ª FEIRA

  • Esquema corporal
  • História lida ou contada
  • Função semiótica (jogo simbólico)
  • Educação sensorial (visual)
  • Classificação
  • Blocos lógicos
  • Espaço (orientação espacial)
  • Idéia / números
  • Linguagem oral
  • Coordenação motora fina

 

4ª FEIRA

  • Nomes
  • Função semiótica (expressão verbal)
  • Educação sensorial (gustativa)
  • Leitura e escrita
  • Artes visuais
  • Quantidades descontínuas
  • Conceitos básicos
  • Tempo/cores
  • Conjuntos
  • Líquido
  • Linguagem oral
  • Coordenação motora fina

 

5ª FEIRA

  • Linguagem oral
  • Função semiótica (Imagem mental)
  • Educação sensorial (olfativa)
  • Esquema corporal
  • Leitura e escrita
  • Formação pessoal e social
  • Produção de textos
  • Massa
  • Blocos lógicos
  • Idéia de número
  • Psicomotricidade
  • Coordenação motora fina

 

6ª FEIRA

  • Educação sensorial: tátil
  • Brinquedoteca
  • Música
  • Leitura e escrita
  • Conceitos básicos
  • Artes visuais
  • Quantidades descontínuas
  • Desafios
  • Função semiótica (desenho)
  • Coordenação motora grossa

 

O Ensino Fundamental deste estabelecimento de ensino é organizado tendo como referência a legislação que dispõe sobre a organização do mesmo.

         Diante do exposto anteriormente, respeitadas as normas legais que regulamentam a organização do Ensino Fundamental, é necessário estabelecer que este será organizada da seguinte maneira:

 

-                Base Nacional Comum

Língua Portuguesa;

Arte

Educação Física

História

Geografia

Ciências

Matemática

Ensino Religioso

Produção de textos

Psicomotricidade

Educação ambiental

 

-                Parte Diversificada

Inglês

-                Temas de Transversalização

Ética e cidadania

Diversidades culturais

Educação ambiental

Saúde

Orientação sexual

Trabalho e consumo

Temas locais

Observações:

-          A parte diversificada do currículo segue as referenciais definidas pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, sendo utilizada com o objetivo de contextualizar, orientar e ampliar os conteúdos das disciplinas definidas na Base Nacional Comum.

-          O ensino religioso de caráter obrigatório no calendário escolar será ministrado de acordo com o previsto no Artigo 33, § 2º, da LDB 9394/96.

Pautamos nossas propostas nos seguintes objetivos propostos pelo Ensino Fundamental nos Parâmetros Curriculares Nacionais:

1- O desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;

2- A compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;

3- O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;

4- O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca, em que se assenta a vida social.

         A escola se preocupa em desenvolver as competências e habilidades propostas pela matriz de referencia  nacional do SAEB, utilizadas como referência para as avaliações de larga escala.

         Essas matrizes têm por referência os Parâmetros Curriculares Nacionais e foram construídas a partir de uma consulta nacional aos currículos propostos pelas Secretarias Estaduais de Educação e por algumas redes municipais. O Inep consul­tou também professores regentes das redes municipal, estadual e privada e, ainda, examinou os livros didáticos mais utilizados para essas séries, nas citadas redes.

         As matrizes são, portanto, a referência para a elaboração dos itens da Prova Brasil. Item é a denominação adotada para as questões que compõem a prova.

         Na elaboração dos itens do SAEB e da Prova Brasil, buscou-se uma as­sociação entre os conteúdos da aprendizagem e as competências utilizadas no processo de construção do conhecimento.

         Ainda no mesmo documento, é mencionado que habilidades referem-se, es­pecificamente, ao plano objetivo e prático do saber fazer e decorrem, diretamente, das competências já adquiridas e que se transformam em habilidades.

         Cada matriz de referência apresenta tópicos ou temas com descritores que indicam as habilidades de Língua Portuguesa e Matemática a serem avaliadas.

         O descritor é uma associação entre conteúdos curriculares e operações men­tais desenvolvidas pelo aluno, que traduzem certas competências e habilidades. Os descritores, indicam habilidades gerais que se esperam dos alunos;   constituem a referência para seleção dos itens que devem compor uma prova de avaliação.

 

MATRIZ DE REFERÊNCIA – LÍNGUA PORTUGUESA – 5ª ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Em Língua Portuguesa (com foco em leitura) são avaliadas habilidades e competências definidas em unidades chamadas descritores, agrupadas em tópicos que compõem a Matriz de Referência dessa disciplina.

As matrizes de Língua Portuguesa da Prova Brasil e do Saeb estão estruturadas em duas dimensões. Na primeira dimensão, que é “objeto do conhecimento”, foram elencados seis tópicos, relacionados a habilidades desenvolvidas pelos estudantes. A segunda dimensão da matriz de Língua Portuguesa refere-se às “competências” desenvolvidas pelos estudantes. E dentro desta perspectiva, foram elaborados descritores específicos para cada um dos seis tópicos.  Para a 4ª série do ensino fundamental, a Matriz de Referência completa, em Língua Portuguesa é composta pelo conjunto dos seguintes descritores:

 

Descritores do Tópico I. Procedimentos de Leitura

D1 – Localizar informações explícitas em um texto.

D3 – Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.

D4 – Inferir uma informação implícita em um texto.

D6 – Identificar o tema de um texto.

D11 – Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato.

Descritores do Tópico II. Implicações do Suporte, do Gênero e /ou do Enunciador na Compreensão do Texto

D5 – Interpretar texto com auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, foto, etc.).

D9 – Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros.

Descritores do Tópico III. Relação entre Textos

D15 – Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que

tratam do mesmo tema, em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que

será recebido.

Descritores do Tópico IV. Coerência e Coesão no Processamento do Texto

D2 – Estabelecer relações entre partes de um texto, identificando repetições ou substituições que

contribuem para a continuidade de um texto.

D7 – Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa.

D8 – Estabelecer relação causa /conseqüência entre partes e elementos do texto.

D12 – Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas por conjunções,

advérbios, etc.

Descritores do Tópico V. Relações entre Recursos Expressivos e Efeitos de Sentido

D13 – Identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados.

D14 –Identificar o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações.

Descritores do Tópico VI. Variação Lingüística

D10 – Identificar as marcas lingüísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto.

 

 

 

MATRIZ DE REFERÊNCIA – MATEMÁTICA – 5ª ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Em Matemática (com foco na resolução de problemas) são avaliadas habilidades e competências definidas em unidades chamadas descritores, agrupadas em temas que compõem a Matriz de Referência dessa disciplina.

As matrizes de Matemática da Prova Brasil e do Saeb estão estruturadas em duas dimensões. Na primeira dimensão, que é “objeto do conhecimento”, foram elencados seis tópicos, relacionados a  habilidades desenvolvidas pelos estudantes.

A segunda dimensão da matriz de Matemática refere-se às “competências” desenvolvidas pelos estudantes. E dentro desta perspectiva, foram elaborados descritores específicos para cada um dos quatro tópicos descritos.

Para a 4ª série do ensino fundamental, a Matriz de Referência completa, em Matemática, é composta pelos seguintes descritores:

 

Descritores do Tema I. Espaço e Forma

D1 – Identificar a localização /movimentação de objeto em mapas, croquis e outras representações gráficas.

D2 – Identificar propriedades comuns e diferenças entre poliedros e corpos redondos, relacionando figuras tridimensionais com suas planificações.

D3 – Identificar propriedades comuns e diferenças entre figuras bidimensionais pelo número de lados, pelos tipos de ângulos.

D4 – Identificar quadriláteros observando as posições relativas entre seus lados (paralelos, concorrentes, perpendiculares).

D5 – Reconhecer a conservação ou modificação de medidas dos lados, do perímetro, da área em ampliação e /ou redução de figuras poligonais usando malhas quadriculadas.

Descritores do Tema II. Grandezas e Medidas

D6 – Estimar a medida de grandezas utilizando unidades de medida convencionais ou não.

D7 – Resolver problemas significativos utilizando unidades de medida padronizadas como km/m/cm/mm, kg/g/mg, l/ml.

D8 – Estabelecer relações entre unidades de medida de tempo.

D9 – Estabelecer relações entre o horário de início e término e /ou o intervalo da duração de um evento ou acontecimento.

D10 – Num problema, estabelecer trocas entre cédulas e moedas do sistema monetário brasileiro, em função de seus valores.

D11 – Resolver problema envolvendo o cálculo do perímetro de figuras planas, desenhadas em malhas quadriculadas.

D12 – Resolver problema envolvendo o cálculo ou estimativa de áreas de figuras planas, desenhadas em malhas quadriculadas.

             

Descritores do Tema III. Números e Operações /Álgebra e Funções

D13 – Reconhecer e utilizar características do sistema de numeração decimal, tais como agrupamentos e trocas na base 10 e princípio do valor posicional.

D14 – Identificar a localização de números naturais na reta numérica.

D15 – Reconhecer a decomposição de números naturais nas suas diversas ordens.

D16 – Reconhecer a composição e a decomposição de números naturais em sua forma polinomial.

D17 – Calcular o resultado de uma adição ou subtração de números naturais.

D18 – Calcular o resultado de uma multiplicação ou divisão de números naturais.

D19 –Resolver problema com números naturais, envolvendo diferentes significados da adição ou subtração: juntar, alteração de um estado inicial (positiva ou negativa), comparação e mais de uma transformação (positiva ou negativa).

D20 – Resolver problema com números naturais, envolvendo diferentes significados da multiplicação ou divisão: multiplicação comparativa, idéia de proporcionalidade, configuração retangular e combinatória.

D21 – Identificar diferentes representações de um mesmo número racional.

D22 – Identificar a localização de números racionais representados na forma decimal na reta numérica.

D23 – Resolver problema utilizando a escrita decimal de cédulas e moedas do sistema monetário       brasileiro.

D24 – Identificar fração como representação que pode estar associada a diferentes significados.

D25 – Resolver problema com números racionais expressos na forma decimal envolvendo  diferentes significados da adição ou subtração.

D26 – Resolver problema envolvendo noções de porcentagem (25%, 50%, 100%).

Descritores do Tema IV. Tratamento da Informação

D27 – Ler informações e dados apresentados em tabelas.

D28 – Ler informações e dados apresentados em gráficos (particularmente em gráficos de colunas).

 

Matriz de Referência – Língua Portuguesa – 9ª ano do ensino fundamental

 

Em Língua Portuguesa (com foco em leitura) são avaliadas habilidades e competências definidas  em unidades chamadas descritores, agrupadas em tópicos que compõem a Matriz de Referência dessa disciplina.

As matrizes de Língua Portuguesa da Prova Brasil e do Saeb estão estruturadas em duas dimensões. Na primeira dimensão, que é “objeto do conhecimento”, foram elencados seis tópicos, relacionados a habilidades desenvolvidas pelos estudantes.

 A segunda dimensão da matriz de Língua Portuguesa refere-se às “competências” desenvolvidas pelos estudantes. E dentro desta perspectiva, foram elaborados descritores específicos para cada um dos seis tópicos descritos anteriormente, diferentes para cada uma das séries avaliadas.

Para a 8ª série do ensino fundamental, a Matriz de Referência completa, em Língua Portuguesa é composta pelo conjunto dos seguintes descritores:

Descritores do Tópico I. Procedimentos de Leitura

D1 – Localizar informações explícitas em um texto.

D3 – Inferir o sentido de uma palavra ou expressão.

D4 – Inferir uma informação implícita em um texto.

D6 – Identificar o tema de um texto.

D11 – Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato.

Descritores do Tópico II. Implicações do Suporte, do Gênero e /ou do Enunciador na Compreensão do Texto

D5 – Interpretar texto com auxílio de material gráfico diverso (propagandas, quadrinhos, foto, etc.).

D12 – Identificar a finalidade de textos de diferentes gêneros.

 

Descritores do Tópico III. Relação entre Textos

D20 – Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que tratam do mesmo tema, em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido.

D21 – Reconhecer posições distintas entre duas ou mais opiniões relativas ao mesmo fato ou ao mesmo tema.

Descritores do Tópico IV. Coerência e Coesão no Processamento do Texto

D2 – Estabelecer relações entre partes de um texto, identificando repetições ou substituições que contribuem para a continuidade de um texto.

D7 – Identificar a tese de um texto.

D8 – Estabelecer relação entre a tese e os argumentos oferecidos para sustentá-la.

D9 – Diferenciar as partes principais das secundárias em um texto.

D10 – Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que constroem a narrativa.

D11 – Estabelecer relação causa/conseqüência entre partes e elementos do texto.

D15 – Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas por conjunções, advérbios, etc.

Descritores do Tópico V. Relações entre Recursos Expressivos e Efeitos de Sentido

D16 – Identificar efeitos de ironia ou humor em textos variados.

D17 – Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso da pontuação e de outras notações.

D18 – Reconhecer o efeito de sentido decorrente da escolha de uma determinada palavra ou expressão.

D19 – Reconhecer o efeito de sentido decorrente da exploração de recursos ortográficos e/ou morfossintáticos.

Descritores do Tópico VI. Variação Lingüística

D13 – Identificar as marcas lingüísticas que evidenciam o locutor e o interlocutor de um texto.

 

 

 

 

MATRIZ DE REFERÊNCIA – MATEMÁTICA – 9ª ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

Em Matemática (com foco na resolução de problemas) são avaliadas habilidades e competências definidas em unidades chamadas descritores, agrupadas em temas que compõem a Matriz de Referência dessa disciplina.

As matrizes de Matemática da Prova Brasil e do Saeb estão estruturadas em duas dimensões. Na primeira dimensão, que é “objeto do conhecimento”, foram elencados seis tópicos, relacionados a habilidades desenvolvidas pelos estudantes.

A segunda dimensão da matriz de Matemática refere-se às “competências” desenvolvidas pelos estudantes. E dentro desta perspectiva, foram elaborados descritores específicos para cada um dos quatro tópicos.

Para a 8ª série do ensino fundamental, a Matriz de Referência completa, em Matemática, é formada pelos seguintes descritores:

Descritores do Tema I. Espaço e Forma

D1 – Identificar a localização/movimentação de objeto, em mapas, croquis e outras representações gráficas.

D2 – Identificar propriedades comuns e diferenças entre figuras bidimensionais e tridimensionais, relacionando-as com suas planificações.

D3 – Identificar propriedades de triângulos pela comparação de medidas de lados e ângulos.

D4 – Identificar relação entre quadriláteros, por meio de suas propriedades.

D5 – Reconhecer a conservação ou modificação de medidas dos lados, do perímetro, da área em ampliação e/ou redução de figuras poligonais usando malhas quadriculadas.

D6 – Reconhecer ângulos como mudança de direção ou giros, identificando ângulos retos e não retos.

D7 – Reconhecer que as imagens de uma figura construída por uma transformação homotética são semelhantes, identificando propriedades e/ou medidas que se modificam ou não se alteram.

D8 – Resolver problema utilizando a propriedade dos polígonos (soma de seus ângulos internos, número de diagonais, cálculo da medida de cada ângulo interno nos polígonos regulares).

D9 – Interpretar informações apresentadas por meio de coordenadas cartesianas.

D10 – Utilizar relações métricas do triângulo retângulo para resolver problemas significativos.

D11 – Reconhecer círculo/circunferência, seus elementos e algumas de suas relações.

Descritores do Tema II. Grandezas e Medidas

D12 – Resolver problema envolvendo o cálculo de perímetro de figuras planas.

D13 – Resolver problema envolvendo o cálculo de área de figuras planas.

D14 – Resolver problema envolvendo noções de volume.

D15 – Resolver problema envolvendo relações entre diferentes unidades de medida.

 

Descritores do Tema III. Números e Operações /Álgebra e Funções

D16 – Identificar a localização de números inteiros na reta numérica.

D17 – Identificar a localização de números racionais na reta numérica.

D18 – Efetuar cálculos com números inteiros envolvendo as operações (adição, subtração, multiplicação, divisão e potenciação).

D19 – Resolver problema com números naturais envolvendo diferentes significados das operações (adição, subtração, multiplicação, divisão e potenciação).

D20 – Resolver problema com números inteiros envolvendo as operações (adição, subtração, multiplicação, divisão e potenciação).

D21 – Reconhecer as diferentes representações de um número racional.

D22 – Identificar fração como representação que pode estar associada a diferentes significados.

D23 – Identificar frações equivalentes.

D24 – Reconhecer as representações decimais dos números racionais como uma extensão do sistema de numeração decimal identificando a existência de “ordens” como décimos, centésimos e milésimos.

D25 – Efetuar cálculos que envolvam operações com números racionais (adição, subtração, multiplicação, divisão e potenciação).

D26 – Resolver problema com números racionais que envolvam as operações (adição, subtração, multiplicação, divisão e potenciação).

D27 – Efetuar cálculos simples com valores aproximados de radicais.

D28 – Resolver problema que envolva porcentagem.

D29 – Resolver problema que envolva variações proporcionais, diretas ou inversas entre grandezas.

D30 – Calcular o valor numérico de uma expressão algébrica.

D31 – Resolver problema que envolva equação de segundo grau.

D32 – Identificar a expressão algébrica que expressa uma regularidade observada em seqüências  de números ou figuras (padrões).

D33 – Identificar uma equação ou uma inequação de primeiro grau que expressa um problema.

D34 – Identificar um sistema de equações do primeiro grau que expressa um problema.

D35 – Identificar a relação entre as representações algébrica e geométrica de um sistema de equações de primeiro grau.

 

Descritores do Tema IV. Tratamento da Informação

D36 – Resolver problema envolvendo informações apresentadas em tabelas e/ou gráficos.

D37 – Associar informações apresentadas em listas e/ou tabelas simples aos gráficos que as representam e vice-versa.

 

7- TEMPOS E ESPAÇOS ESCOLARES

 

A escola possui um planejamento anual baseado nas matrizes de referência de cada conteúdo dispostas nos Parâmetros Curriculares Nacionais e que funciona como apoio para o planejamento bimestral, que é organizado coletivamente. E importante considerar que na elaboração do planejamento bimestral consideram-se as necessidades identificadas na turma pelo diagnóstico. 

A escola se organiza através do calendário escolar elaborado anualmente pela a Rede Municipal de Ensino, com 200 dias letivos.O tempo escolar é dividido em bimestres, recebendo a valorização de 25 pontos. No final de cada bimestre é organizada uma recuperação bimestral extra-turno, que acontece dentro do espaço escolar, com a parceria do professor-coordenador do Programa Escola Aberta e por alunos monitores.

Os alunos são organizados em turmas que giram entre 25 a 35 alunos e na maior parte das vezes é composta por turma única. Em caso de duas turmas, a escola utiliza da heterogeneidade para organizar as mesmas. A escola se organiza em torno de séries, denominadas “anos.”

O horário de aula é dividido em dois turnos, o primeiro das 07horas as 11h30mim o segundo turno de 12horas as 16h30mim. No primeiro turno, funciona do 6º ao 9º ano no total de 7 turmas. No segundo turno atendemos da Educação Infantil ao 5º ano, no total de 7 turmas. Esta divisão de turnos é feita considerando o espaço físico da escola (que tem disponível 8 salas de aula), os profissionais disponíveis e a equiparação por idade dos alunos.

 

8- PROCESSO DE DECISÃO

 

A Escola busca firmar parcerias e fortalecer os conselhos escolares, grêmio estudantil de forma a investir na Gestão democrática. Pois, acreditamos também na importância da gestão democrática como promotora do sucesso e valorização da participação ativa de todos os integrantes da escola.

Entendemos por gestão democrática o processo político pelo qual as pessoas na escola discutem, planejam, solucionam problemas e os encaminham, acompanham, controlam e avaliam o conjunto das ações voltadas ao desenvolvimento da própria

A participação dos pais é incentivada e valorizada pela escola, e os mesmos, participarão de decisões relacionadas à administração e no processo de ensino-aprendizagem, na definição de propostas para melhor condução dos alunos no processo educativo. No ano de 2011 instituímos o EPA (Encontro de Pais e Amigos da Escola) para participar das decisões da escola junto ao Conselho Escolar que funciona com Estatuto próprio.

            A Diretoria de Ensino da Secretaria Municipal de Educação, Direção, Vice-direção, pedagogo e conselhos escolares, como representantes da escola num todo, participam do processo de decisão relacionadas às questões administrativa, financeira e pedagógica.

            O conselho de classe conforme Regimento Escolar em seu artigo 53 participa das decisões referentes ao:

  • Aproveitamento global e individual das turmas, analisando as causas do baixo rendimento.
  • Aplicar, repetir ou anular testes, trabalhos e demais instrumentos que se destinem á avaliação do rendimento escolar.
  • Decidir sobre aprovação, reprovação e recuperação de alunos.
  • Propor sugestões para aprimorar o comportamento do aluno.
  • Definir ações para adequação dos métodos e técnicas de ensino.

 

9-  REGIME DISCIPLINAR

O Regime disciplinar atende aos artigos propostos do Regimento Escolar: Art. 143, Art. 144, Art.145, Art. 146, Art. 147, Art. 148, Art 149, Art. 150, Art. 151, Art. 152, Art. 153, Art. 154, Art. 155, Art. 156, Art. 157, e seus respectivos incisos.

 

9.1- Para docentes, técnicos e administrativos

Fica estabelecido que no descumprimento de seus deveres citados nos artigos mencionados no capítulo anterior, serão penalizadas através de 3 advertências devidamente registradas em atas pelo pedagogo ou diretor (coordenador), encaminhadas após a Secretaria Municipal de Educação para que sejam avaliadas conforme legislação pertinente de acordo com o regime de admissão a que esteja submetido, e previstas na Lei Complementar nº 39/2004  – estatuto dos Servidores Públicos de Brumadinho.

 

9.2- Para discentes

            Em descumprimento aos deveres dos alunos (Art. 151, do Regimento Escolar) e as regras da escola (item 8 desde PPP)  as penalidades, nos limites da competência da unidade escolar, deverão ser aplicados  aos alunos de acordo com a gravidade da falta cometida, sendo assim discriminadas:

  1. 1.    advertência oral: até 03 (três)
  2. 2.    advertências por escrito – até 03 (três), devendo ser assinadas pelos pais ou responsável.
  3. 3.    Suspensão temporária de todas as atividades escolares ou disciplinas, variando de 01 a 10 dias úteis.
  4. 4.    Encaminhamento ao Conselho Tutelar ou ao Juizado da Infância e Adolescência, após ouvido o Conselho Tutelar, quando já tiverem sido esgotados os recursos sócio-pedagógicos e medidas para a solução do problema, sem obter sucesso.

Vale considerar que a aplicação das penalidades é de competência do diretor, acordado com o pedagogo da unidade de ensino. Todas as penalidades deverão estar devidamente registradas em atas e ser comunicada oficialmente ao aluno e a seu responsável.

Deve-se prevalecer sempre o caráter educativo sobre o punitivo. E conforme estabelecido no Art. 155 do Regimento Escolar, nenhuma das medidas poderão conflitar com a Legislação vigente, resguardando, o direito de defesa e recursos, a assistências dos pais.

Conforme Regimento Escolar no seu Art. 157, o aluno que perder atividades e avaliações no período de suspensão disciplinar ficará impedido de realizá-las.

 

10. REGRAS DA ESCOLA

 

 Entrada e permanência no ambiente escolar

  • Uso do uniforme
  • Saída da sala mediante ao uso do crachá fornecido pelo professor.
  • Saída da escola com autorização do pai (escrita ou telefone).
  • Não é permitido o uso de aparelho celular, máquina fotográfica e aparelhos eletrônicos no ambiente escolar, salvo em casos especiais quando autorizado por escrito pelos pais ou responsáveis. Esclarecendo que, a escola não se responsabiliza por perdas e danos de tais aparelhos.
  • Tolerância na entrada de 5 minutos.
  • O uso da bola só será permitido com a autorização do professor de Educação Física no espaço adequado.
  • Não é permitido merendar na sala de aula, de vídeo e na biblioteca.
  • O lixo deverá ser descartado nas lixeiras da escola.
  • Cópias aos alunos somente serão autorizadas antes da entrada, na hora do recreio e no término da aula.
  • Os alunos somente poderão participar do projeto de esportes, excursões, confraternizações e demais projetos se apresentarem bom desempenho com relação ao comportamento e ao compromisso com os conteúdos e as disciplinas de sala de aula e dever casa. O diário de bordo será utilizado como critério de matrícula e permanecia nos projetos. Carteiras, livros e quaisquer objetos da escola quando danificados deverão ser pagos pelos pais ou responsáveis.

 

 Avaliações

  • Professor deverá informar através de cronograma dias e horários das avaliações
  • As avaliações somente serão repetidas com apresentação de atestado ou justificativa escrita dos pais, dentro do período da 2º chamada.
  • A avaliação deverá ser entregue para apreciação da supervisão com antecedência mínima de 3 dias.

 

 Aos professores

  • ·         Não e permitido atraso na entrada e retorno do recreio.
  • ·         A turma não deve ficar sem a presença do professor ou de representante da escola (eventual, secretária, diretor, pedagoga, agente de serviços)
  • ·         O uso do diário de bordo é obrigatório por todos os professores, de forma que todas as solicitações, reclamações referentes ao comportamento, somente serão consideradas quando devidamente registradas no diário de bordo. Autorização para Xerox somente com 2 dias de antecedência. E em caso de avaliações 3 dias.

 

 

11- AVALIAÇÃO

No dicionário Aurélio

 Avaliar significa determinar a valia ou o valor de, apreciar ou estimar o merecimento de, determinar a valia ou o valor, o preço, o merecimento, calcular e estimar, fazer apreciação, ajuizar. Medir significa determinar ou verificar, tendo como base a escala fixa, a extensão, medida ou grandeza de comensurar, ser a medida de

 

Assim, podemos perceber que o elemento chave da definição de avaliação implica julgamento, apreciação, valoração, e qualquer ato que implique em julgar, valorar, implica que quem pratica tenha uma norma ou padrão que permita atribuir um dos valores possíveis a essa realidade.

Ainda que avaliar implique alguma espécie de medição, a avaliação é muito mais ampla que a medição ou a qualificação. A avaliação não é um processo parcial e nem linear, pois, está inserida a um processo mais amplo que é o de ensino-aprendizagem e não é linear porque deve ter ajustes e reajustes permanentes.

Dessa forma, transformar a prática avaliativa significa questionar a educação desde as suas concepções, seus fundamentos, sua organização, suas normas burocráticas. Significa mudanças conceituais, redefinição de conteúdos, das instituições docentes.

A escola adota a avaliação como um processo de ação-reflexão-ação que visa orientar uma prática de avaliação através da conscientização por parte de professores, pedagogos, alunos e pais. Nessa perspectiva, a avaliação exige do professor um pensamento e uma busca de novas maneiras de avaliar, cientes que, mudança na avaliação pressupõe necessariamente transformação da escola num todo.

Tem seu enfoque como meio de investigação, é sempre norteadora da prática. A avaliação formativa e contínua é praticada pela escola, onde os alunos são avaliados a todo o momento, em diversos aspectos. Utiliza-se nesse processo, a auto-avaliação, argüição, avaliação escrita, participação do aluno, sua evolução. A avaliação escrita divide-se em avaliações mensais e bimestrais, onde é atribuído pontuação. Esta é atribuída às avaliações e definida em conjunto e analisada pela equipe pedagógica (professores, pedagogo e direção), de forma a atender as necessidades dos alunos.

As observações também são critério valorizado pela escola, como avaliação e acompanhamento do rendimento do aluno. A auto-avaliação é um processo que visa à formação de consciência e por isso uma prática a ser incentivada pela escola.

Quanto à avaliação é importante considerar que.

  • É fundamental transformar a prática de aprendizagem.
  • É necessário avaliar como condição para a mudança de prática e para o redimensionamento do processo de ensino/aprendizagem.
  • Avaliar faz parte do processo de ensino e da aprendizagem: não ensinamos sem avaliar, não aprendemos sem avaliar.

 

11.1 – Educação Infantil e 1º ano

 

Portfólio como instrumento de avaliação

 A escola tem seu enfoque como meio de investigação, é sempre norteadora da prática. A avaliação formativa e contínua é praticada pela escola, onde os alunos são avaliados a todo o momento, em diversos aspectos.

As observações também são critério valorizado pela escola, como avaliação e acompanhamento do rendimento do aluno. A auto-avaliação é um processo que visa à formação de consciência e por isso uma prática a ser incentivada pela escola.

         A educação infantil é avaliada através do portfólio, uma estratégia de avaliação que vem sendo inserida no contexto escolar de nossa escola, como proposta de avaliação. Onde o professor registra as situações onde percebe evolução de aprendizagem do aluno, seleciona atividades, e divide com seu aluno situações marcantes de evolução.

O autor Hernández (1998) atribui a seguinte definição ao portfólio,

Organização de diferentes classes de documentos como, notas pessoais, experiências de aula, trabalhos pontuais, controle de aprendizagem, conexões com outros temas fora da escola, representações visuais, e outras atividades que objetiva a organizar evidências do conhecimento que foi construído, das estratégias utilizadas e do caminho seguido. Hernández (1998, p. 17)

O objetivo atribuído ao portfólio são vários como o de Sá-Chaves (2000, p. 15) que se referem ao portfólio como sendo “instrumento de diálogo entre educador e educando.” Outros vêem como uma forma de organizar o processo de aprendizagem do aluno, essa é a temática de interesse de nosso artigo que é analisar o portfólio como instrumento de avaliação.

Shores e Grace (2001) ressaltam que todos se beneficiam no trabalho com portfólios, pois “esse tipo de avaliação aumenta a cooperação e o entendimento entre professores e pais.”.  O mesmo autor, ainda destaca que,

Ao individualizar as experiências de aprendizagem permite que cada criança possa crescer no seu próprio potencial, além de possibilitar que o professor determine seu próprio ritmo, encorajando seu desenvolvimento profissional, e que acompanhe o trabalho da criança através de diferentes domínios de aprendizagens. (Shores e Grace, 2000, p. 19)

           

O portfólio é composto pelas atividades de registro do aluno, registros diários de situações que demonstrem evolução, registro da família, dos demais funcionários da escola, de auto-avaliação, e de avaliações dos alunos sobre situações de aprendizagens propiciadas pelos professores.

 

11.2-  2º ao 5º ano

 

A distribuição dos pontos deverá atender aos seguintes critérios:

  • Avaliação final, com valor 10 pontos, com acerto máximo de 0,4 pontos, não excedendo a 50 acertos.
  • Avaliação mensal, com valor de 6 pontos
  • Trabalhos: 4 pontos
  • Atividades: 5 pontos (fatos, leitura oral, murais, ditados, outros)

Faz-se obrigatória a avaliação de fatos, leitura oral e ditados.

Conforme do Art. 102, do regimento Escolar, serão atribuídos  conceitos para as disciplinas de Educação Religiosa, Inglês, Psicomotricidade, Arte, Educação Ambiental, da seguinte forma:

Suficiente: 60 a 65 pontos

Bom: 66 a 80 pontos

Muito Bom: 81 a 95 pontos

Ótimo: 96 a 100 pontos.

 

11.3.  6º ao 9º ano

 

A distribuição de pontos adotada neste segmento é fixa, atendendo aos seguintes critérios:

  • Avaliação final, com valor 10 pontos, com acerto máximo de 0,4 pontos, não excedendo a  50 acertos.
  • Avaliação mensal, com valor de 5 pontos, através de avaliação multidisplinar.
  • Trabalhos: 5 pontos
  • Conselho de classe: 5 pontos com aproveitamento do diário de bordo.

A avaliação multidisciplinar corresponde a um simulado de todas as disciplinas compostas por 7 questões por disciplina. A prova deve obedecer a um tema definido pelos professores em reunião, com registro de ata.

 

11.4 . Avaliação de desempenho dos profissionais

 

O Sistema Municipal de Educação promove uma avaliação anual de desempenho, definida e organizada por uma comissão de avaliação que é eleita em assembléia geral e formada por representante de professores, agente de serviços, pedagogo e direção.

A avaliação de desempenho do município existe desde 2006 e vem sendo reestruturada a cada ano. E tem o objetivo de melhorar a qualidade de trabalho e o aprimoramento do servidor. A escola e o Sistema Municipal de Ensino baseiam-se nessa avaliação para capacitar seus profissionais e prestar atendimentos necessários aos profissionais

Os funcionários são avaliados anualmente por uma equipe formada em cada escola, com 1 representante dos professores, 1 representante de agente de serviços, o pedagogo e o coordenador.

Vale esclarecer que a Comissão de avaliação do Sistema Municipal de Ensino organiza um formulário com descritores a serem avaliados pela comissão escolar. Os descritores referem-se, a ética, compromisso, formação, assiduidade e comprometimento do profissional com a instituição.

Além da avaliação da comissão escolar, cada funcionário se auto-avalia. A pontuação da auto-avaliação é somada a pontuação da comissão e calculada por média de ambas.

 

12. RECUPERAÇÃO

 

            Os estudos de recuperação atende ao Regimento Escolar nos seus artigos:

Art. 108. O processo de recuperação terá caráter de reforço de aprendizagem com o objetivo de proporcionar ao aluno nova oportunidade de rever conhecimentos não assimilados no decorrer dos bimestres letivos.

Art. 110. A recuperação dos alunos ocorrerá da Seguinte forma:

I – Contínua: inserida no trabalho pedagógico diário, constituída de intervenções pontuais e imediatas, em decorrência da avaliação diagnóstica e sistemática do desempenho do aluno.

II. Paralela: destinada aos alunos que apresentem dificuldades de aprendizagem não superadas no cotidiano escolar e que necessitem de um trabalho mais direcionado, paralelamente às aulas regulares, com duração variável, em decorrência da avaliação diagnóstica.

Art. 111. Para desenvolvimento das atividades de recuperação paralela cada unidade de ensino deve elaborar projetos especiais a serem desenvolvidos ao longo do ano letivo, na seguinte conformidade:

  1. No primeiro semestre, a partir do início de março até julho.
  2. No segundo semestre, a partir do início de agosto até dezembro.

 

            A escola adotada as seguintes estratégias de recuperação, a tendendo as necessidades dos alunos:

  • Recuperação paralela, que acontece ao longo do ano letivo, a medida que o professor percebe a necessidade de rever o conteúdo e reavaliá-lo.
  • Recuperação ao final do 1º semestre, onde são entregues aos alunos roteiros de estudos antes do período de recesso, e na primeira semana de agosto é realizada a correção e o momento de esclarecer dúvidas e rever o conteúdo. A avaliação de recuperação é realizada na segunda semana de agosto.
  • Recuperação ao final do 2º semestre, onde os professores revisam o conteúdo a ser avaliado na primeira semana de dezembro para avaliar na segunda semana de dezembro.

A recuperação é avaliada da seguinte forma:

  • Avaliação escrita: 20 pontos
  • Trabalho: 5 pontos

Vale esclarecer que a nota recuperação é lançada em cada bimestre, como por exemplo, na recuperação do final do 1º semestre, a nota obtida pelo aluno será lançada no 1º e no 2º bimestre.

O aluno somente terá direito a avaliação do 2º semestre caso tenha obtido 40% de rendimento anual.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

13- REFERENCIAS

 

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília, DF: MEC/SEF, 1998.

 

FERNANDES, Cláudia de Oliveira & FREITAS,  Luiz Carlos de. . Indagações sobre currículo: Currículo e Avaliação. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008. 44p.

 

HERNANDEZ, Fernando. Cultura visual, mudança educativa e projeto de trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.

 

Lei n. 9394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da Educação Nacional. Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo.

 

Matriz de Referência de Matemática – Saeb / Prova Brasil – Temas e Descritores. Disponível em: http://www.inep.gov.br/basica/saeb/matrizes/topicos_8serie_mat.htm Acessado em: 26 de abril de 2009.

 

Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referenciais curriculares nacionais para educação infantil. Brasília. MEC/SEF, 1997.

 

MOREIRA, Antônio Flávio Barbosa & CANDAU, Vera Maria. Indagações sobre currículo: Currículo, Conhecimento e Cultura. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008. 48p.

 

BRUMADINHO. Regimento Escolar. Sistema Municipal de Ensino. 2010

 

 

 

 

 


[1] Disponível no site da Secretaria Municipal de Educação de Brumadinho.

2 Respostas to “PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO”

  1. Raquel Garcia 15 de setembro de 2010 at 12:14 #

    Parabéns a equipe da E.M. Padre Xisto 2010 que está fazendo a diferença nesta comunidade, com projetos , programas e adequações a escola para torná-la mais bonita, agradável e humana para alunos,funcionários e comunidade.
    Beijos a todos.

  2. Cesaria Clarice 28 de setembro de 2010 at 13:25 #

    É revigorante para nós professores quando vemos uma equipe trabalhar com disposição e afinco. Sinto que ainda é possível mudar a nossa história educacional e social. Que o exemplo seja seguido e a beleza do trabalho de vocês seja vigor para outros profissionais. Parabèns a todos!!!

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